segunda-feira, 29 de junho de 2015

E se você pudesse mudar o passado?




Quando eu era criança e até um bom tempo depois, meu pai costumava comprar um periódico, que eu não sei se posso chamar de revista chamado Seleções do Reader's Digest (que pelo link vocês podem ver que ainda existe).

O fato é que eu adorava ler essa revista. Tinha seções ótimas como: Rir é o melhor remédio, Histórias da vida real, condensações de livros que eu, como uma leitora compulsiva devorava avidamente.

E eu estava outro dia, pensando com meus botões a respeito do passado, arrependimentos e essas coisas que assombram nossa mente de vez em quando.

Ok, e o quê uma coisa tem a ver com a outra?

É que eu me lembrei de um artigo, estória? já faz tanto tempo que eu não consigo ter certeza. O fato é que me lembrei da essência e é isso que importa agora.

Vou recontá-la com minhas palavras, já pedindo desculpas se por um acaso bem irônico algum protagonista venha a ler esse artigo e resolva me processar por plágio... Não é de maneira alguma a minha intenção.

Vamos lá:

Um casal bem idoso com uma prole de dez filhos estava recebendo a família para uma comemoração. Filhos, noras, genros, netos e agregados.
A mãe, quituteira de primeira, como sempre fez questão de preparar todos os pratos prediletos da família.
Em certo momento uma das filhas lança a pergunta:
- Mãe, todo esse trabalho, cozinhar, arrumar tudo, hospedar a todos, camas para fazer, roupas para lavar. Você deve ter levado uma vida exaustiva! Como você pôde ter tantos filhos?
E a mãe com um sorriso, olha para aquela mesa e faz um gesto para a filha.
- Em qual deles você acha que eu deveria ter parado?

E agora eu te pergunto:

Olhando para trás na sua vida, e lembrando daquele momento em que você gostaria de ter feito diferente. E lembrando-se de que se você o tivesse feito, tudo a partir dali teria sido diferente.

De quais dos presentes que o Universo lhe deu você abriria mão para ter feito diferente?

Eu me fiz essa pergunta várias vezes. E vou te contar agora a que conclusão eu cheguei.

Eu não mudaria nada! Nadinha, necas de pitibiribas.

Eu errei sim, aprendi, cresci, continuo errando, aprendendo e crescendo.

Mas de uma coisa eu tenho certeza! Minha vida é perfeita para mim do jeitinho que ela é. 
E se eu fiz alguma coisa hoje que eu gostaria de ter feito diferente, eu vou procurar fazer diferente amanhã mesmo, antes que o Universo me mande algum presente do qual eu não possa abrir mão.

Obrigada pela leitura!

Muito Amor!

Wanda :o)


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